Notícias e pitacos sobre cinema, literatura, música, filosofia, teatro, quadrinhos, séries e etc.
Mostrando postagens com marcador Apresentação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Apresentação. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Segundo Chacrinha, o eterno velho guerreiro...


"Nada se cria, tudo se copia"...
Tudo bem que o contexto em que surgiu a frase era a televisão brasileira. Mas, cheio de razão, o velho buzineiro foi o primeiro citado pela minha memória no instante em que descobri já haver um conto escrito com o título que dá nome a este blog, e que evoca em mim o desejo de um romance futuro. Certo... como eu não pensei, antes de criar esta conta, em lançar mão da sebedoria do Oráculo do Século XXI e simplesmente jogar no google, entre aspas, a expressão que se me soprava? Pois é, pensei agora. De todo modo, espero que o autor do conto, Marco Antonio Bin, me perdõe a coincidência, caso um dia ele chegue a ela. Para tentar remediar minha gafe, indico o referido conto: http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/platb/miltonjung/2008/08/02/os-caes-de-santiago/ e aviso que ainda não o li, mas pretendo fazê-lo, para o caso de alguém aqui o comentar. De resto, havendo outras coincidências, descobri-las-emos.

Aqui, mais dois perros andarilhos de Santiago, além dos quatro que ornamentam a parte superior desta tela. Um deles, aquele ao qual me referi na apresentação do blog.


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Apresentação


"Os Cães de Santiago"  é o título para um romance ainda não escrito. Preferencialmente, que verse sobre a desumanidade (e possivelmente jamais escrito por mim, já que a prosa de ficção, para além de minhas atividades acadêmicas, jamais me pareceu matéria para a qual eu tenha qualquer habilidade). Estive em Santiago em julho de 2011 e notei por lá uma quantidade impressionante de belos e enormes cães errantes. Doces, elegantes e simpáticos andarilhos. Aos quase 35 anos, já não tenho pudor nenhum em admitir que minha admiração e afeto pelos não humanos suplanta qualquer traço dela que eu nutra pelos próprios. Ocorre que, em uma tarde daquele julho, sentada em frente ao Mercado Municipal da capital chilena, um perro enorme veio acomodar-se sossegadamente bem aos meus pés. Pensei n'Os Cães de Santiago como um belo título, fosse para o que fosse.

Procurei este espaço pela absoluta impossibilidade de abandonar a minha vida virtual, por menor que seja o tempo disponível. Nos últimos dias, venho experimentando uma espécie de crise de abstinência. Hábitos são hábitos. Minhas leituras matinais, o flanar pelas informações culturais, os pitacos no comportamento alheio, as dicas de filmes, os poemas preferidos, as canções e imagens que me tocam, enfim, tudo o que vinha circulando nos últimos três anos no meu perfil do Facebook recentemente deletado deve aparecer por aqui. É a minha primeira experiência como blogueira e tenho a impressão de que será mais livre, menos engessada nos padrões das redes sociais. Sinto uma espécie de necessidade de amadurecimento autoral, algo como uma seriedade descompromissada, mas que, contraditoriamente, se origina na crença narcísica de que tenho um compromisso com aqueles que antes me "liam" e que abandonei. Ninguém torna públicos seus pensamentos e sua rotina se não dispõe disso, mas creio que ainda seja cedo para classificar ou nomear qualquer coisa. Talvez este novo contexto me estimule a escrever mais, "ensaiar" mais, para além dos recortes e elencos que venho realizando. Afinal de contas, foi o prazer em escrever o meu primeiro impulso na direção da formação que me fez profissional das Letras. Em algum canto de mim, tantos desencantos depois, ele ainda respira.

Facebook

Quem sou eu

Minha foto
Brazil
Tento pensar para além do senso comum. Em alguns dias sou mais feliz nisso do que em outros. Quem eu sou não pode ser definido pelo que tenho feito apenas e, francamente, é o que menos importa. Entretanto, para quem quer saber sobre o meu trabalho, o caminho oficial é o http://lattes.cnpq.br/2396739928093839